E de baixo de muita vuvuzela, a seleção brasileira venceu novamente...
domingo, 28 de junho de 2009
[179] Vovô Viu A "Vuva" (Canal "Esportes")
reciclado por Thiago Limasábado, 6 de junho de 2009
[178] Comédia Brasileira Em Alta
reciclado por Jéssica QuadrosTendo um histórico familiar de dar inveja, Claudio Torres, filho de Fernanda Montenegro, Fernando Torres e irmão de Fernanda Torres, vem seguindo o caminho que, inevitavelmente, o levará ao reconhecimento que merece no cinema. O diretor, após “Traição”,“Redentor” e “A Mulher do Meu Amigo”, busca agora na comédia romântica uma forma de agradar, fazer sorrir e emocionar ao mesmo tempo. Seu objetivo é que o público, no qual pensou desde o início, encontre em “A Mulher Invisível” uma história que cative desde os idosos até os mais jovens. Confira AQUI, com exclusividade, a entrevista que o diretor concedeu ao LixeiraDourada, logo após a pré-estreia do filme, da qual nossa equipe participou.
Logo no início do filme, já é possível ver que o personagem de Selton Mello, Pedro, é um homem apaixonado por sua mulher. Com uma declaração de amor logo de cara, e um pé na bunda de Marina (Maria Luisa Mendonça) logo em seguida, Pedro se fecha em seu apartamento experimentando a solidão do abandono. Com as luzes apagadas e a casa completamente bagunçada, eis que surge Amanda (Luana Piovani) para mudar completamente aquela situação. De shortinho e uma xícara na mão, indo lhe pedir açúcar, aquela mulher parecia mais do que perfeita.
Com Maria Manoella, no papel de Vitória, a outra ponta do futuro triângulo amoroso, Vladmir Brichta, como o melhor amigo, Carlos, Fernanda Torres e Marcelo Adnet, entre outros, temos a promessa de descontração e reflexão em uma história perfeita para um público heterogêneo.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
[177] Fórmula de Sucesso
reciclado por Joel SouzaEstreia hoje, em todo o território nacional, a comédia-romântica “A Mulher Invisível”, de Claudio Torres.
Antes, gostaria de agradecer à Rede Brazucah que nos convidou para a pré-estreia do filme. E confessar que entrei no cinema naquele dia com certo receio. É verdade que o trailer do filme, que você vê abaixo, é realmente engraçado, mas esse é um gênero altamente mercadológico e difícil de trabalhar. Muitas vezes superproduções industriais acabam se tornando grandes fracassos, apesar de fazerem alguns adolescentes abobalhados gargalharem (não vou citar exemplos). É verdade que “A Mulher Invisível” acaba repetindo uma fórmula que têm gerado grandes lucros nos últimos anos (não é difícil imaginar Ashton Kutcher ou Emile Hirch no papel de Pedro, apesar de eu desconfiar que nenhum deles o faria tão bem quanto Selton Mello).
O grande “porém” do filme é exatamente o bom uso desses moldes, que cria um clima de divertimento e uma história que não faz simplesmente com que o público ria ou se emocione, mas deixa uma reflexão sobre as consequências de uma grande solidão. O filme começa com uma grande declaração de amor de Pedro (Selton Mello), que é seguida pela participação mais do que especial de Maria Luisa Mendonça como Marina, que o troca por uma alemão. O impacto causado pelo abandono faz com que Pedro crie Amanda (Luana Piovani, em um papel aos moldes dela), uma mulher simplesmente ideal, inexistente. Casais deveriam evitar assistir ao filme juntos, pois as reações dos rapazes aos desfiles de Luana pela telona podem não agradar às moças.
Também estão no elenco principal a (quase) novata Maria Manoella, que interpreta Vitória, a vizinha apaixonada que é incentivada pela irmã, Lúcia (Fernanda Torres, muito grávida durante as filmagens), a “investir” no romance, mas sempre encontra um obstáculo ao tentar tomar a iniciativa. Além deles, outras excelentes participações (Paulo Betti, Lúcio Mauro, Vladimir Brichta, Marcelo Adnet, Danni Carlos e outros), unidas a excelente trilha sonora, fazem o espectador se sentir bem por ter escolhido aquele filme, justificando o slogan (que já virou ditado) “cinema é a maior diversão”.
“A Mulher Invisível” é mais do que uma comédia romântica, é diversão para toda a família. E finalmente o cinema brasileiro exibe um filme feito sob molde e padrões internacionais de sucesso de público, acertando nas medidas. Que o sucesso venha, e seu exemplo seja seguido.
terça-feira, 2 de junho de 2009
[176] Palcos Do Espetáculo
reciclado por Thiago Lima
Esse será o banner utilizado pelo LixeiraDourada nos posts sobre a Copa 2014.
Joseph Blatter, então, em ordem alfabética, confirmou:
Belo Horizonte – Estádio do Mineirão
Utilização: Atlético-MG e Cruzeiro
Duração da obra: Dois anos e meio
Capacidade: 70 mil
Custo: R$ 2 bilhões.
Brasília – Estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha)
Utilização: Gama
Duração da obra: Três anos
Capacidade: 70 mil
Custo: R$ 600 milhões.
Cuiabá – Estádio Verdão
Utilização: Mixto, Operário e Dom Bosco
Duração da obra: Três anos
Capacidade: 45 mil
Custo: R$ 300 milhões.
Curitiba – Arena da Baixada
Utilização: Atlético-PR.
Duração da obra: Um ano
Capacidade: 41 mil
Custo: R$ 138 milhões.
Fortaleza – Estádio Castelão
Utilização: Ceará, Fortaleza e Ferroviário.
Duração da obra: Três anos
Capacidade: 53 mil
Custo: R$ 300 milhões.
Manaus – Estádio Vivaldão
Utilização: Nacional, Rio Negro e São Raimundo.
Duração da obra: Três anos
Capacidade: 42 mil
Custo: R$ 500 milhões.
Natal – Arena das Dunas (Machadão)
Utilização: América-RN e Alecrim.
Duração da obra: Três anos
Capacidade: 45 mil
Custo: R$ 300 milhões.
Porto Alegre – Beira-Rio
Utilização: Internacional.
Duração da obra: Dois anos
Capacidade: 62 mil
Custo: R$ 120 milhões.
Recife – Arena Recife
Utilização: Não há usuários.
Duração da obra: Dois anos
Capacidade: 46 mil
Custo: R$ 500 milhões.
Rio de Janeiro – Estádio Mário Filho (Maracanã)
Utilização: Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco.
Duração da obra: Dois anos
Capacidade: 86 mil
Custo: R$ 400 milhões.
Salvador – Estádio Fonte Nova
Utilização: Bahia.
Duração da obra: Três anos
Capacidade: 55 mil
Custo: R$ 400 milhões.
São Paulo – Estádio do Morumbi
Utilização: São Paulo.
Duração da obra: Três anos
Capacidade: 62 mil
Custo: R$ 150 milhões.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
[175] Efeitos Da Batalha Sonora
reciclado por Joel SouzaO dia de hoje, de certa forma, marca o retorno da banda inglesa Placebo às prateleiras.
E, consequentemente, às listas de mais vendidos.
Está sendo lançado o mais novo single do grupo (não no Brasil, é claro, já que singles nunca são lançados aqui). “For What It’s Worth” é parte do excelente álbum Battle For The Sun, que será lançado (quase) mundialmente na próxima segunda-feira, 8 de junho – mais uma vez, não há previsão de lançamento no Brasil. Este, foi recebido com certo receio pela maioria dos fãs por ser o primeiro álbum após a saída do baterista Steve Hewitt, que esteve na banda durante cerca de dez anos.
A sonoridade de Battle For The Sun realmente pode ser um pouco diferente do que os fãs mais antigos imaginam ao pensar na banda, mas certamente isso não se deve à presença do novo (e excelente) baterista, Steve Forrest, uma vez que essas novas “tendências” musicas já vinham sendo anunciadas desde Meds, de 2006. Um fato curioso, apesar de eu não saber se isso realmente tem alguma influência na banda, é que Forrest é o primeiro baterista destro do Placebo, nos 15 anos de existência da banda. E Stefan Olsdal, felizmente, continua o mesmo.
Construído sobre uma batida mais pop, Battle For The Sun não deixa de exibir a força do rock do Placebo que conquistou tantos fãs mundo afora. Uma das inovações que apresenta, de acordo com o próprio vocalista, Brian Molko, é o fato de ser o primeiro trabalho deles que acabou criando um significado completo. A ordem das músicas, segundo Molko, tem um significado mais amplo juntas do que se analisadas de forma isolada e acabam contanto uma história , ao contrário dos outros álbum que apenas contavam com músicas soltas em uma ordem quase aleatória.
Ao longo de suas 13 faixas e quase 50 minutos, Battle For The Sun mostra que o Placebo não perdeu sua principal característica: uma banda que se supera a cada novo trabalho, sem a preocupação de repetir fórmulas mágicas que já agradaram antes, dando sempre o melhor de si para fazer um bom trabalho. Coisa muito, muito rara. Além da faixa-título e do primeiro single, quero dar destaque especial à sequência final do álbum: “The Never-Ending Why” (uma das melhores), “Julien”, “Happy When You’re Gone”, “Breathe Underwater”, “Come Undone” e “Kings Of Medicine”, que encerra nos deixando com vontade de apertar o repeat. Battle For The Sun é um CD que merece ser comprado e esquecido dentro da bandeja do seu cd-player, ao menos por algumas semanas. Você não vai se cansar do efeito placebo tão facilmente…








