Um lugar exótico. Carrões desfilando sobre estradas de terra. Uma loiraça e Gael García Bernal. Uma trama envolvendo americanos, ingleses, italianos. Tá bom, parei, isso não é um filme de ação ou de espionagem, só é um filminho romântico.
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quinta-feira, 10 de junho de 2010
CADERNOS DO CINEMA: Bernal Já Não É Mais O Tal
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Gabriel Giraud
domingo, 6 de junho de 2010
CADERNOS DO CINEMA: Sexo (gay), Mentiras e Jim Carey
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Matheus Miguens
Numa mistura de O Segredo de Brokeback Mountain com Prenda-me Se For Capaz, O Golpista do Ano conta a história real de Steven Russel (Jim Carrey), um policial bem casado que após um acidente resolve assumir sua homossexualidade. Para viver no mundo gay, Russell vira um picareta, capaz de qualquer ato ilegal para conseguir dinheiro fácil. Em uma das prisões de Russell, ele conhece o Phillip Morris do título - brilhantemente interpretado por Ewan McGregor que, sempre que aparece, rouba a cena. Russell e Morris se apaixonam e essa relação vira uma história de amor e falcatruas com situações dramáticas, mas também divertidas.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
CADERNOS DO CINEMA: megalomania op
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Gabriel Giraud
O paraíso de todo diretor de cinema é ter seu filme classificado com “sem restrições orçamentárias” por seu estúdio. O documentário sobre o filme inacabado "O Inferno", de Henri-Georges Clouzot, recebeu esse honraria assim que os produtores viram os testes de filmagem. Eis a ideia do filme: um homem se casa com uma mulher, eles vão a um hotel de veraneio na margem de um lago, ele tem ciúmes da esposa.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
CADERNOS DO CINEMA: Um Filme Legal
reciclado por
Giraud
É sempre um tremendo desafio falar sobre filmes de ação. Ou é maneiro, ou é clichê. Bem, até os maneiros são clichê, mas, por alguma razão de identificação, nós gostamos. Mas imagine você vendo só borrões; a câmera fica naquele treme-treme de guerra e tensão psicológica e tem um corte a cada segundo. Até os diálogos fora de campo de guerra têm o treme-treme. A câmera grita (recomendo um saquinho emergencial ao seu lado). O mais engraçado disso tudo é que eu saí do cinema falando pra mim mesmo “caramba, que filme legal!”.
segunda-feira, 1 de março de 2010
CADERNOS DO CINEMA: Academy Basterds
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Rafael Mathias
Para se fazer um filme de guerra ultimamente é preciso ser original. Para um diretor que consegue ficar entre o mainstream e o underground como Quentin Tarantino, originalidade é pouco. Needless to say: o cara domina a técnica, não tem como negar.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
CADERNOS DO CINEMA: Além do Paraíso das Cachoeiras
reciclado por
Giraud
Texto publicado originalmente no blog CADERNOS DO CINEMA em 21 de outubro de 2009. Clique AQUI para ler o post original.
Filmes da Disney sempre foram clássicos da minha geração. Eu, manteiga derretida que sou, sempre procurava evitar esses filmes para não sair chorando na frente de todo mundo. A gente cresce e vai sentindo uma atração maior pelos filmes da DreamWorks, tipo Shrek, que tem aquelas palhaçadas levemente ácidas e deliciosas que só gente grande entende. No entanto, depois de muito tempo, chega Wall-E, da Pixar, e toca nossos coraçõezinhos. Todos disseram que se tratava da melhor animação já feita. Até “Up – Altas Aventuras”.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
CADERNOS DO CINEMA: Haute Couture Mise En Scène
reciclado por
Giraud
Texto publicado originalmente no blog CADERNOS DO CINEMA em 11 de novembro de 2009. Clique AQUI para ler o post original.
Ver filmes biográficos foi sempre um problema para mim. Sempre achava chato. “Poxa”, pensava eu, “como pode ser legal um filme que você sabe que o personagem principal morre no fina?”. Confessar-lhes-ei, estimados leitores, que guardava esse enjôozinho até pouco tempo, quando caí numa sala de cinema para ver Diários de Motocicleta. Aprendi como um recorte interessante de uma vida polifônica pode ser atraente. Isso quebrou o meu preconceito.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
CADERNOS DO CINEMA: Cinema Italiano (?)
reciclado por
Giraud
Texto publicado originalmente no blog CADERNOS DO CINEMA em 1º de fevereiro de 2010. Clique AQUI para ler o post original.
Definitivamente é um filme que só de saber que vai estrear já dá um frisson, um tesãozinho de “ai, um musical da Broadway baseado em Fellini cheio de atrizes fantásticas!” Pois bem, o ruim de criar uma expectativa muito grande é que a gente pode quebrar a cara. Nine tem um pouco disso, mas também tem surpresas agradabilíssimas: uma estética impagável, com alternância entre o colorido e um preto e branco bem granulado, típico dos filmes italianos dos anos 50; iluminação consistente; um grand finale de tirar o fôlego; e uma moça. Só uma vale o filme inteiro. Mas, como eu gosto de fazer suspensezinho, vamos continuar a desenrolar o carretel.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
CADERNOS DO CINEMA: O Delicioso Sabor da Água-Com-Açúcar
reciclado por
Giraud
Nos manuais de sociabilidade, há sempre dicas de como conquistar pessoas e dar uma ótima impressão. Uma delas é a de que, uma vez que você faz alguém rir, a conquista é praticamente certa. Um velho conhecido, então, saberá fazer isso direitinho. Ainda mais um velho conhecido que mexeu com os coraçõezinhos de varias gerações nos anos noventa, com uma história de uma garota de programa que encontra seu grande amor. Pois bem, ele é nada mais, nada menos do que o diretor de Uma Linda Mulher, Garry Marshall.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
CADERNOS DO CINEMA: A Era Da Inocência
reciclado por
Giraud
“Uma história sobre a perda da inocência e a descoberta da realidade”. Essa frase estampa a capa do DVD do filme “O Menino do Pijama Listrado”, de Mark Herman, baseado no livro homônimo de John Boyne. No entanto, acho um pouco mentirosa essa afirmação. Primeiramente, não há perda da inocência; a infância, os sonhos pueris e os desejos puros estão presentes todo o tempo na vida de Bruno, um menino de oito anos. Ao se mudar de Berlim para uma casa – perto de uma “fazenda” com pessoas “estranhas que usam pijamas o dia inteiro” – o garoto se vê sem seus amigos e, mesmo vivendo no campo, seus espaços são limitados. E, para um menino que quer ser um explorador, isso é um desafio a ser superado.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
CADERNOS DO CINEMA: MalAmada
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Rafael Mathias
Em meio a uma imensidão de dramas e comédias sobre casais, Jason Reitman parece ter achado um caminho diferente, as comédias dramáticas de indivíduos. O diretor de "Juno" e "Obrigado Por Fumar" nos traz agora a história de um solteirão de meia-idade que, aparentemente, passa longe da crise de meia-idade.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
CADERNOS DO CINEMA: Eric e Eric
reciclado por
Rafael Mathias
Falar de futebol no cinema não é fácil, usá-lo como elemento crucial em um filme, menos ainda. Curiosamente, nenhum filme sobre futebol até agora foi muito bem-sucedido, a magia dos gramados parece não ser totalmente transmitida para as telonas. Consigo me lembrar agora de Gol, Pelé Eterno, Penalidade Máxima (Mean Machine) e Linha de Passe. O primeiro foi um fracasso; o segundo: ficou na lembrança; o terceiro é tão ruim que nem terminei de ver; o quarto sim, esse valeu a pena. Por quê? Por ter usado o futebol apenas como um pano de fundo, como uma metáfora para a vida cotidiana, etc.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
CADERNOS DO CINEMA: Viva a Era de Aquários!
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Matheus Miguens
Em sua nova empreitada o diretor Ang Lee, ganhador do Oscar por O Segredo de Brokeback Mountain, explora, com graça e leveza, uma vertente cômica que agrada.
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